Luz ultravioleta revela como eram de verdade as estátuas da Grécia antiga
Abraço da Sora.
Blog feito para podermos conversar sobre História além da sala de aula. Lugar de informação, reflexão, criatividade, debates e curiosidades. Um espaço dedicado a conversa sobre o surgimento de alguns esportes, músicas e estilos que marcaram época, livros e filmes, acontecimentos históricos, dicas sobre Vestibular, PEIES, Enem, seção tira dúvidas, mitos e muito mais. Porque não adianta gurizada, é como eu sempre digo: Tuuudo é História!
Nos dias 15, 16 e 17 de Agosto de 1969, apenas um mês depois da famosa aterrissagem da Apollo 11 na lua, o mundo testemunhou outro passo gigante.
Dessa vez foi o festival Woodstock, no estado de Nova Iorque. Aproximadamente 500 mil pessoas convergiram para uma pequena cidade para três dias de música, lama, paz e amor.
O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 60 e começo de 70. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se defronte a meio milhão de espectadores. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário, reconhecido como uma dos maiores momentos na história da música popular.
Originalmente, o festival deveria ocorrer na pequena cidade de Woodstock, também no estado de Nova Iorque, onde moravam músicos como Bob Dylan, mas a população não aceitou, o que levou o evento para a pequena Bethel, a uma hora e meia de distância.
Quatro pessoas foram as responsáveis pela idéia que resultou no Woodstock: Artie Kornfeld, Michael Lang, John Roberts e Joel Rosenman. E a fazenda escolhida para o festival foi a do fazendeiro Max Yasgur.
O FESTIVAL
Aproximadamente 186,000 ingressos foram vendidos antecipadamente, e os organizadores estimaram um público de aproximadamente 200,000 pessoas. Não foi isso que aconteceu, no entanto. Mais de 500,000 pessoas compareceram, derrubando cercas e tornando o festival um evento gratuito.
Dos trinta e dois artistas e bandas importantes da época, podemos destacar Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jefferson Airplane, The Who, Grateful Dead, Country Joe & The Fish, Sly & The Family Stone e a novata banda do até então desconhecido Santana, que se consagrou e saiu de lá como uma lenda. Além da primeira apresentação de um dos primeiros supergrupos da história, o trio Crosby, Stills & Nash, com uma pequena ajuda de Neil Young.
Entre os problemas, o influxo repentino provocou congestionamentos imensos, bloqueando a Via Expressa do Estado de Nova York e eventualmente transformando Bethel em "área de calamidade pública". As instalações do festival não foram equipadas para providenciar saneamento ou primeiros-socorros para tal multidão, e centenas de pessoas se viram tendo que lutar contra mau tempo, racionamento de comida e condições mínimas de higiene. Houve também houve duas fatalidades registradas: a primeira resultado de uma provável overdose de heroína, e outra após um atropelamento de trator. Houve também dois partos registrados e quatro abortos.
Em 1970 foi lançado um documentário dirigido por Michael Wadleigh mostrando cenas e algumas apresentações do festival.
OS 3 DIAS DE MÚSICA
Sexta-Feira, 15 de Agosto
O festival abriu em clima bem hippie, reservado apenas para os artistas folk:
Como: Richie Havens, Swami Satchidananda (deu inovação ao festival), Sweetwater, The Incredible String Band, Bert Sommer, Tim Hardin, Ravi Shankar, Melanie, Arlo Guthrie e Joan Baez.
Em meados do século XX, em um período chamado de “Entre Guerras”, a população foi surpreendida com um fato marcante na história mundial, a Crise de 1929.
Com o sistema capitalista - onde a produção se baseia na exploração do trabalho assalariado e na busca pelo lucro – cada vez mais, cresciam as forças produtivas, tanto que o mercado consumidor não conseguia acompanhar o ritmo, o que resultou em uma super-produção e a contração do mercado.
Devido a isso, houve queda na taxa de lucro capitalista. Com o excesso de mercadoria produzida, os preços dos produtos caíram, arruinando, assim, os fazendeiros, que acabaram endividados com os bancos. Já com muito prejuízo, a necessidade de reduzir a produção foi inevitável, porém com isso o desemprego foi aumentando.
Esta crise começou nos Estados Unidos, porém, com a globalização, atingiu o mundo todo. A solução foi a destruição da produção: nos Estados Unidos, milhares de carros foram transformados em sucatas; na França, o trigo foi inutilizado. O mesmo ocorreu com o café no Brasil.
O término da crise só foi possível com o fim de algumas práticas liberais e com intervenção do Estado na economia.
Em pleno século XXI passamos por uma crise parecida, a crise imobiliária, onde, por consequência do aumento de juros, muitas pessoas que obtiveram empréstimos nos bancos ficaram sem condições de pagar praticamente o dobro do preço inicial.
Em 1929 as pessoas passavam por uma crise onde não se tinha dinheiro para comprar os produtos. Hoje em dia falta também o dinheiro, porém para pagar o que já foi comprado.
Por: Mayara da Rosa Sagrilo (2º Ano E.M.)
No dia 20, festeja-se em nosso Estado, esta marcante revolução que mudou a nossa história. E como bons gaúchos, não poderíamos deixar passar em branco. Então vamos relatar um pouco desta tão marcante batalha.
Deu seu início, na noite, do dia 19/09/1835, Bento Gonçalves (um dos líderes da Campanha) avançou com aproximadamente, 200 “farrapos” em nossa capital, Porto Alegre.
A causa deste avanço, era a revolta dos mesmos com a república, pois queriam províncias mais autônomas, unidas por uma república mais flexível. O outro grande fator a levar em consideração, e pode-se considerar o principal, era em função dos elevados impostos cobrados sobre os produtos de origens animais, couro, trigo e principalmente o charque feitos nas Estâncias, sobre o sal que era exportado e sobre a propriedade da terra.
Esta revolução durou, praticamente, 10 anos. Mas não houve vencedor e vencido. O tratado de paz foi assinado no Ponche Verde, pelo Barão de Caxias e o general Davi Canabarro, no dia 28/02/1845.
Foi a partir daí que conhecemos esses nossos heróis: Bento Gonçalves, Giuseppe e Anita Garibaldi, General Neto.
E a partir de então, passamos a reconhecer o quanto nossa história é, foi e sempre será de grande importância para o nosso tão amado Estado, o Rio Grande do sul.
É por isso que digo: “TCHÊ, COMO TENHO ORGULHO DE SER GAÚCHO!”.
Fonte: www.terragaucha.com.br
Por: Eliédina e Francine (2º Ano E.M.)