História da Arte: Apresentação de Trabalhos ( / ) - 3,0- Arte Grega / Prova (29/06) - 6,0- Arte Grega, Romana, Cristã Primitiva e Bizantina. / Portfólio (06/07) - 1,0- Completo com conteúdos, pesquisa, trabalhos e tarefas.
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Nos dias 15, 16 e 17 de Agosto de 1969, apenas um mês depois da famosa aterrissagem da Apollo 11 na lua, o mundo testemunhou outro passo gigante.
Dessa vez foi o festival Woodstock, no estado de Nova Iorque. Aproximadamente 500 mil pessoas convergiram para uma pequena cidade para três dias de música, lama, paz e amor.
O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 60 e começo de 70. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se defronte a meio milhão de espectadores. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário, reconhecido como uma dos maiores momentos na história da música popular.
Originalmente, o festival deveria ocorrer na pequena cidade de Woodstock, também no estado de Nova Iorque, onde moravam músicos como Bob Dylan, mas a população não aceitou, o que levou o evento para a pequena Bethel, a uma hora e meia de distância.
Quatro pessoas foram as responsáveis pela idéia que resultou no Woodstock: Artie Kornfeld, Michael Lang, John Roberts e Joel Rosenman. E a fazenda escolhida para o festival foi a do fazendeiro Max Yasgur.
O FESTIVAL
Aproximadamente 186,000 ingressos foram vendidos antecipadamente, e os organizadores estimaram um público de aproximadamente 200,000 pessoas. Não foi isso que aconteceu, no entanto. Mais de 500,000 pessoas compareceram, derrubando cercas e tornando o festival um evento gratuito.
Dos trinta e dois artistas e bandas importantes da época, podemos destacar Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jefferson Airplane, The Who, Grateful Dead, Country Joe & The Fish, Sly & The Family Stone e a novata banda do até então desconhecido Santana, que se consagrou e saiu de lá como uma lenda. Além da primeira apresentação de um dos primeiros supergrupos da história, o trio Crosby, Stills & Nash, com uma pequena ajuda de Neil Young.
Entre os problemas, o influxo repentino provocou congestionamentos imensos, bloqueando a Via Expressa do Estado de Nova York e eventualmente transformando Bethel em "área de calamidade pública". As instalações do festival não foram equipadas para providenciar saneamento ou primeiros-socorros para tal multidão, e centenas de pessoas se viram tendo que lutar contra mau tempo, racionamento de comida e condições mínimas de higiene. Houve também houve duas fatalidades registradas: a primeira resultado de uma provável overdose de heroína, e outra após um atropelamento de trator. Houve também dois partos registrados e quatro abortos.
Em 1970 foi lançado um documentário dirigido por Michael Wadleigh mostrando cenas e algumas apresentações do festival.
OS 3 DIAS DE MÚSICA
Sexta-Feira, 15 de Agosto
O festival abriu em clima bem hippie, reservado apenas para os artistas folk:
Como: Richie Havens, Swami Satchidananda (deu inovação ao festival), Sweetwater, The Incredible String Band, Bert Sommer, Tim Hardin, Ravi Shankar, Melanie, Arlo Guthrie e Joan Baez.
Em meados do século XX, em um período chamado de “Entre Guerras”, a população foi surpreendida com um fato marcante na história mundial, a Crise de 1929.
Com o sistema capitalista - onde a produção se baseia na exploração do trabalho assalariado e na busca pelo lucro – cada vez mais, cresciam as forças produtivas, tanto que o mercado consumidor não conseguia acompanhar o ritmo, o que resultou em uma super-produção e a contração do mercado.
Devido a isso, houve queda na taxa de lucro capitalista. Com o excesso de mercadoria produzida, os preços dos produtos caíram, arruinando, assim, os fazendeiros, que acabaram endividados com os bancos. Já com muito prejuízo, a necessidade de reduzir a produção foi inevitável, porém com isso o desemprego foi aumentando.
Esta crise começou nos Estados Unidos, porém, com a globalização, atingiu o mundo todo. A solução foi a destruição da produção: nos Estados Unidos, milhares de carros foram transformados em sucatas; na França, o trigo foi inutilizado. O mesmo ocorreu com o café no Brasil.
O término da crise só foi possível com o fim de algumas práticas liberais e com intervenção do Estado na economia.
Em pleno século XXI passamos por uma crise parecida, a crise imobiliária, onde, por consequência do aumento de juros, muitas pessoas que obtiveram empréstimos nos bancos ficaram sem condições de pagar praticamente o dobro do preço inicial.
Em 1929 as pessoas passavam por uma crise onde não se tinha dinheiro para comprar os produtos. Hoje em dia falta também o dinheiro, porém para pagar o que já foi comprado.
Por: Mayara da Rosa Sagrilo (2º Ano E.M.)
No dia 20, festeja-se em nosso Estado, esta marcante revolução que mudou a nossa história. E como bons gaúchos, não poderíamos deixar passar em branco. Então vamos relatar um pouco desta tão marcante batalha.
Deu seu início, na noite, do dia 19/09/1835, Bento Gonçalves (um dos líderes da Campanha) avançou com aproximadamente, 200 “farrapos” em nossa capital, Porto Alegre.
A causa deste avanço, era a revolta dos mesmos com a república, pois queriam províncias mais autônomas, unidas por uma república mais flexível. O outro grande fator a levar em consideração, e pode-se considerar o principal, era em função dos elevados impostos cobrados sobre os produtos de origens animais, couro, trigo e principalmente o charque feitos nas Estâncias, sobre o sal que era exportado e sobre a propriedade da terra.
Esta revolução durou, praticamente, 10 anos. Mas não houve vencedor e vencido. O tratado de paz foi assinado no Ponche Verde, pelo Barão de Caxias e o general Davi Canabarro, no dia 28/02/1845.
Foi a partir daí que conhecemos esses nossos heróis: Bento Gonçalves, Giuseppe e Anita Garibaldi, General Neto.
E a partir de então, passamos a reconhecer o quanto nossa história é, foi e sempre será de grande importância para o nosso tão amado Estado, o Rio Grande do sul.
É por isso que digo: “TCHÊ, COMO TENHO ORGULHO DE SER GAÚCHO!”.
Fonte: www.terragaucha.com.br
Por: Eliédina e Francine (2º Ano E.M.)